sobre
Por que a gente fez isso
Não foi porque faltava rede social no mundo. Foi porque faltava um lugar pra postar sem se sentir julgado.
Quatro perguntas pra destravar. Responde falando, depois transcreve:
- Qual foi a última vez que você quase postou uma coisa e desistiu? O que passou na sua cabeça?
- Que grupo de amigos você tinha nas redes e não tem mais?
- Por que fazer um app inteiro, em vez de simplesmente postar menos?
- O que você quer sentir ao abrir o Beitkol daqui a dois anos?
Uma cena concreta vale mais que qualquer frase sobre conexão humana. “Tirei uma foto do meu pai cozinhando e não postei porque tava escuro” é melhor que tudo que eu conseguiria escrever aqui.
A gente não parou de ter o que mostrar. Parou de achar que valia a pena mostrar.
No que a gente acredita
Lazer não devia ter concorrência profissional. Ninguém joga futebol no domingo achando ruim não ser jogador de time grande. Mas é isso que a gente sente ao postar do lado de um vídeo produzido — e aí para de postar.
Rede pequena é melhor que rede grande. Trinta pessoas que te conhecem valem mais que quatro mil que passaram o dedo. Por isso a entrada é por convite, e por isso a gente não vai correr atrás de número de usuário como se fosse placar.
Ferramenta boa não precisa ser difícil. Câmera, edição, live e conversa dentro do mesmo app, sem exportar, sem salvar na galeria, sem abrir outro aplicativo pra terminar o que você começou.
Em que pé a coisa está
O Beitkol está em beta fechado, com pouca gente testando. Não vou fingir que é diferente disso. O app funciona: câmera, feed, stories, clipes, conversa, chamada e live estão de pé e rodando todo dia.
Se você entrar agora, vai encontrar coisa pra melhorar. É bem por isso que a gente quer você aqui cedo — pra ouvir o que está errado enquanto ainda dá pra mudar tudo.